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	<title>Arte ativismo &#8211; Arte da Ciência da Vida</title>
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	<description>Arte da Vida, Ciência da Criatividade</description>
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		<title>Partenon dos Livros: um novo lar para a literatura proibida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jasmine]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2023 14:26:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Activismo na arte]]></category>
		<category><![CDATA[Arte ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Arte pública]]></category>
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					<description><![CDATA[Livros proibidos encontram um novo lar no Partenon da Alemanha No coração de Kassel, Alemanha, um notável monumento à liberdade intelectual está tomando forma: o Partenon dos Livros. Esta ambiciosa&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Livros proibidos encontram um novo lar no Partenon da Alemanha</h2>

<p>No coração de Kassel, Alemanha, um notável monumento à liberdade intelectual está tomando forma: o Partenon dos Livros. Esta ambiciosa instalação artística, concebida pela artista conceitual argentina Marta Minujín, será construída inteiramente a partir de livros proibidos.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Um símbolo de resistência</h3>

<p>O Partenon dos Livros é um poderoso símbolo de resistência contra a censura e a opressão. Ele se inspira no antigo Partenon de Atenas, um templo que se erguia como um farol de democracia e beleza. Ao recriar essa estrutura icônica a partir de livros proibidos, Minujín visa destacar o poder duradouro da palavra escrita e a importância de proteger a liberdade de expressão.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Um chamado para doações</h3>

<p>Minujín está convocando o público a doar até 100.000 livros proibidos atualmente ou que já foram proibidos para a instalação. Os livros serão cuidadosamente selecionados por professores e estudantes universitários para representar uma ampla gama de literatura proibida, desde obras clássicas como &#8220;Nada de novo no front&#8221; de Erich Maria Remarque até romances contemporâneos como &#8220;Dois garotos se beijando&#8221; de David Levithan.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Um monumento à liberdade intelectual</h3>

<p>O Partenon dos Livros será erguido no Parque Friedrichsplatz, local de uma notória queima de livros por membros do partido nazista em 1933. Esse ato de censura visava livros considerados &#8220;antialemães&#8221; ou que continham ideias antinacionalistas, judaicas ou &#8220;decadentes&#8221;.</p>

<p>A instalação de Minujín serve como um comovente lembrete dos perigos da censura e da importância de preservar o patrimônio cultural. Ela celebra o poder dos livros de desafiar a autoridade, inspirar o pensamento crítico e promover uma sociedade mais justa e igualitária.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Um esforço colaborativo</h3>

<p>Minujín está trabalhando em estreita colaboração com a Associação Americana de Bibliotecas (ALA) e outras organizações para coletar doações para o Partenon dos Livros. A ALA, que patrocina a Semana dos Livros Proibidos, já doou vários livros contestados ao projeto.</p>

<p>A instalação também faz parte da documenta 14, um importante evento artístico que acontece simultaneamente em Atenas e Kassel. Essa colaboração destaca a natureza global da luta pela liberdade intelectual e a importância da solidariedade internacional na defesa da liberdade de expressão.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Um legado duradouro</h3>

<p>O Partenon dos Livros ficará em exposição por 100 dias a partir de 10 de junho de 2017. Depois disso, os livros serão distribuídos a bibliotecas e outras instituições culturais ao redor do mundo. Minujín espera que a instalação provoque conversas sobre censura, liberdade intelectual e o papel da arte na promoção da mudança social.</p>

<p>O Partenon dos Livros é um poderoso lembrete de que a luta pela liberdade de expressão é contínua. É um testemunho da resiliência do espírito humano e do poder duradouro da palavra escrita.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Tania Bruguera&#8217;s Forced Empathy Exhibition Explores Migration and Human Displacement</title>
		<link>https://www.lifescienceart.com/pt/art/activism-and-social-practice/forced-empathy-migration-tania-bruguera-tate-modern/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jasmine]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Sep 2019 07:05:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ativismo e prática social]]></category>
		<category><![CDATA[Arte ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Forced Empathy]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça social]]></category>
		<category><![CDATA[Migração]]></category>
		<category><![CDATA[refugiados]]></category>
		<category><![CDATA[Tania Bruguera]]></category>
		<category><![CDATA[Tate Modern]]></category>
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					<description><![CDATA[Exposição de empatia forçada de Tania Bruguera na Tate Modern Exploração da empatia e migração por Tania Bruguera A mais recente exposição de Tania Bruguera na Tate Modern, em Londres,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Exposição de empatia forçada de Tania Bruguera na Tate Modern</h2>

<h2 class="wp-block-heading">Exploração da empatia e migração por Tania Bruguera</h2>

<p>A mais recente exposição de Tania Bruguera na Tate Modern, em Londres, confronta os visitantes com uma profunda exploração da empatia e da crise global de refugiados. Intitulada &#8220;11.643.514&#8221;, o título da exposição representa o número estarrecedor de migrantes e requerentes de asilo deslocados em todo o mundo no ano passado, combinado com a trágica contagem de mortes de migrantes este ano.</p>

<h2 class="wp-block-heading">A sala de &#8220;Empatia Forçada&#8221;</h2>

<p>No coração da exposição fica uma sala imersiva impregnada de um composto orgânico projetado para provocar choro involuntário. As mãos dos visitantes são carimbadas com o título atualizado da exposição ao entrar, convidando-os a se envolverem física e emocionalmente nas estatísticas avassaladoras do deslocamento humano.</p>

<p>Este experimento de &#8220;empatia forçada&#8221; desafia as fáceis expressões de simpatia e sinalização de virtudes que frequentemente dominam as respostas online às crises humanitárias. Bruguera visa provocar uma experiência visceral e transformadora que transcende o consumo passivo de notícias e conteúdo de mídias sociais.</p>

<h2 class="wp-block-heading">O impacto das crises de migração e refugiados</h2>

<p>A exposição de Bruguera entrelaça habilmente narrativas pessoais com forças geopolíticas mais amplas. Por meio de instalações interativas e obras de arte instigantes, os visitantes são confrontados com os riscos e desafios enfrentados por migrantes e refugiados.</p>

<p>Uma peça particularmente evocativa, intitulada &#8220;1227 quilômetros (Havana-Guantánamo)&#8221;, consiste em um trecho aparentemente interminável de arame farpado, evocando as barreiras físicas e psicológicas que separam as pessoas de seus lares e entes queridos.</p>

<h2 class="wp-block-heading">O papel da arte no ativismo</h2>

<p>Tania Bruguera é reconhecida por seu compromisso com a &#8220;arte útil&#8221;, que funde a expressão artística com o ativismo social e político. Ela acredita que a arte tem o poder de amplificar vozes marginalizadas, desafiar estruturas opressoras e inspirar ação coletiva.</p>

<p>Em sua performance de 2009 &#8220;O sussurro de Tatlin nº 5&#8221;, Bruguera criou uma plataforma para discurso sem censura em Havana, Cuba, dando voz aos cidadãos que foram silenciados pela censura governamental.</p>

<h2 class="wp-block-heading">Desfazendo os limites entre arte e ativismo</h2>

<p>O trabalho de Bruguera constantemente desfaz os limites entre arte e ativismo. Ao empregar performance, instalação e outras técnicas não convencionais, ela cria experiências imersivas que provocam respostas emocionais e estimulam o engajamento intelectual.</p>

<p>Em sua última exposição na Tate Modern, Bruguera desafia o papel tradicional dos museus como repositórios passivos de arte. Ao renomear um edifício em homenagem a um defensor local de refugiados, ela ressalta o potencial do museu de se tornar uma plataforma para mudança social e empoderamento da comunidade.</p>

<h2 class="wp-block-heading">O legado duradouro de Tania Bruguera</h2>

<p>Como artista e ativista pioneira, Tania Bruguera continua a desafiar os limites da arte contemporânea. Seu trabalho confronta corajosamente questões sociais e políticas urgentes, usando empatia, ativismo e inovação artística para provocar diálogo, desafiar a complacência e inspirar mudanças positivas.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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