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	<title>Escrita cuneiforme &#8211; Arte da Ciência da Vida</title>
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	<description>Arte da Vida, Ciência da Criatividade</description>
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		<title>Tesouro de tábuas cuneiformes ilumina o passado do norte do Iraque</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Peter]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2023 17:04:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arqueologia]]></category>
		<category><![CDATA[Descoberta histórica]]></category>
		<category><![CDATA[Escrita cuneiforme]]></category>
		<category><![CDATA[História antiga]]></category>
		<category><![CDATA[Mesopotâmia]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio cultural]]></category>
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					<description><![CDATA[Arqueólogos descobrem tesouro de tábuas cuneiformes no norte do Iraque Nas profundezas das ruínas de uma cidade da Idade do Bronze no norte do Iraque, arqueólogos fizeram uma descoberta notável:&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Arqueólogos descobrem tesouro de tábuas cuneiformes no norte do Iraque</h2>

<p>Nas profundezas das ruínas de uma cidade da Idade do Bronze no norte do Iraque, arqueólogos fizeram uma descoberta notável: um tesouro de 93 tábuas de argila cuneiformes que datam de cerca de 1250 a.C., durante o período do Império Assírio Médio. Esta descoberta significativa lança uma nova luz sobre a história e cultura antigas da região.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Descoberta e preservação</h3>

<p>As tábuas foram desenterradas dentro de um edifício destruído na região do Curdistão iraquiano por arqueólogos da Universidade de Tübingen, na Alemanha. Sessenta das tábuas foram encontradas cuidadosamente armazenadas dentro de um pote de cerâmica, revestido com argila para preservação. Os pesquisadores acreditam que essa ocultação intencional pode ter sido uma tentativa de proteger as valiosas informações inscritas nelas da destruição.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Antiga cidade de Bassetki</h3>

<p>A escavação ocorreu na cidade da Idade do Bronze de Bassetki, que só foi descoberta em 2013. O local é famoso por sua icônica estátua de Bassetki, um artefato de cobre fundido do período acadiano antigo (cerca de 2340-2200 a.C.). Esta notável estátua, saqueada do Museu Iraquiano em 2003, foi posteriormente recuperada em um subúrbio de Bagdá.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Leitura e tradução das tábuas</h3>

<p>A leitura e tradução das tábuas recém-descobertas é um processo contínuo, pois muitas delas não foram cozidas e estavam muito desgastadas. Os pesquisadores estão empregando imagens de transformação de reflectância (RTI), uma técnica de ponta que combina várias fotografias com diferentes ângulos de iluminação para revelar detalhes ocultos.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Significado religioso</h3>

<p>O exame inicial de um fragmento decifrado sugere que as tábuas podem conter textos religiosos. A menção de Gula, uma deusa da fertilidade e da saúde, sugere sua possível importância para a compreensão das antigas práticas religiosas mesopotâmicas.</p>

<h3 class="wp-block-heading">O papel da tecnologia RTI</h3>

<p>A tecnologia RTI provou ser inestimável para melhorar a legibilidade das inscrições desgastadas nas tábuas. Ao capturar imagens de vários ângulos, os pesquisadores podem descobrir características sutis que são invisíveis a olho nu. Este avanço tecnológico está revolucionando o estudo de textos antigos.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Desafios e recompensas</h3>

<p>Traduzir as tábuas apresenta vários desafios, incluindo a natureza fragmentária de alguns textos e a complexidade da escrita cuneiforme. No entanto, as possíveis recompensas são imensas. Essas tábuas podem fornecer informações valiosas sobre a história, cultura e crenças do Império Assírio Médio.</p>

<h3 class="wp-block-heading">Uma janela para o passado</h3>

<p>A descoberta dessas tábuas cuneiformes é um testemunho do legado duradouro da antiga Mesopotâmia. Elas oferecem um vislumbre único da vida e dos pensamentos das pessoas que viveram há mais de três mil anos. À medida que os pesquisadores continuam decifrando e interpretando os textos, eles sem dúvida contribuirão para nossa compreensão deste período fascinante da história humana.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mistérios da Estela de Lagash: Disputas de fronteira na antiga Mesopotâmia</title>
		<link>https://www.lifescienceart.com/pt/uncategorized/ancient-mesopotamia-border-disputes-and-the-power-of-writing/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Peter]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jan 2022 00:17:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Ancient Mesopotamia]]></category>
		<category><![CDATA[Diplomacia]]></category>
		<category><![CDATA[Disputas de fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[Escrita cuneiforme]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Linguística]]></category>
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					<description><![CDATA[Mesopotâmia Antiga: Disputas de Fronteira e o Poder da Escrita A Estela Decifrada: Uma Janela para um Conflito Antigo Uma estela de mármore de 4.500 anos recentemente decifrada da antiga&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Mesopotâmia Antiga: Disputas de Fronteira e o Poder da Escrita</h2>

<h2 class="wp-block-heading">A Estela Decifrada: Uma Janela para um Conflito Antigo</h2>

<p>Uma estela de mármore de 4.500 anos recentemente decifrada da antiga Mesopotâmia lançou nova luz sobre a longa tradição de disputas de fronteira. Mantida nas coleções do Museu Britânico por mais de um século, a Estela de Fronteira de Lagash foi inscrita com escrita cuneiforme suméria que agora foi interpretada, revelando um vislumbre fascinante dos conflitos territoriais do passado.</p>

<h2 class="wp-block-heading">A Disputa de Fronteira Lagash-Umma</h2>

<p>A estela, erguida por volta de 2400 a.C., serviu como um marco de fronteira entre as belicosas cidades-estado de Lagash e Umma no atual sul do Iraque. A disputa girava em torno de uma área fértil conhecida como Gu&#8217;edina, ou a &#8220;Borda da Planície&#8221;. A estela foi encomendada por Enmetena, rei de Lagash, para afirmar sua reivindicação ao território.</p>

<h2 class="wp-block-heading">O Significado da &#8220;Terra de Ninguém&#8221;</h2>

<p>A Estela de Fronteira de Lagash é notável por sua inclusão do termo &#8220;terra de ninguém&#8221;, o uso mais antigo conhecido desta frase. Este conceito, frequentemente associado a territórios disputados ou não reivindicados, destaca a natureza duradoura das disputas de fronteira ao longo da história.</p>

<h2 class="wp-block-heading">O Tratado de Mesilim: Um Marco na Diplomacia</h2>

<p>O conflito entre Lagash e Umma levou finalmente a um dos mais antigos tratados de paz conhecidos na história da humanidade, o Tratado de Mesilim. Assinado por volta de 2550 a.C., o tratado estabeleceu uma fronteira que foi demarcada com uma estela ao longo de um canal de irrigação, semelhante à Estela de Fronteira de Lagash.</p>

<h2 class="wp-block-heading">Jogo de Palavras Escrito: Uma Forma Sutil de Guerra</h2>

<p>Além de sua importância histórica, a Estela de Fronteira de Lagash também revela o uso sofisticado do jogo de palavras escrito na antiga Mesopotâmia. O escriba que cinzelou a estela sutilmente minou o deus rival de Umma escrevendo o nome do deus em uma escrita confusa, quase ilegível. Essa tática inteligente sugere que mesmo em meio ao conflito, o poder da escrita poderia ser usado para zombar e menosprezar o inimigo.</p>

<h2 class="wp-block-heading">O Legado das Antigas Disputas de Fronteira</h2>

<p>A Estela de Fronteira de Lagash é uma prova da natureza duradoura das disputas de fronteira e do papel da escrita na formação das reivindicações territoriais. A estela serve como um lembrete das relações complexas e muitas vezes conflituosas entre civilizações vizinhas e da importância de resolver conflitos pacificamente.</p>

<h2 class="wp-block-heading">Arqueologia, História e Linguística: Desvendando o Passado</h2>

<p>A decifração da Estela de Fronteira de Lagash é um esforço colaborativo entre arqueólogos, historiadores e linguistas. Ao combinar sua expertise, esses estudiosos desbloquearam uma riqueza de informações sobre a antiga Mesopotâmia e suas estruturas legais, territoriais e culturais. A estela serve como uma valiosa fonte de conhecimento, lançando luz sobre as origens das disputas de fronteira, o desenvolvimento da escrita e o legado duradouro das civilizações antigas.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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