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	<title>História Postal &#8211; Arte da Ciência da Vida</title>
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	<description>Arte da Vida, Ciência da Criatividade</description>
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		<title>Envio de bebês pelo correio: uma prática histórica curiosa com ares de modernidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zuzana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2022 02:05:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Arte de Ciência da Vida]]></category>
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		<category><![CDATA[Questões das mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[Envio de bebês pelo correio: uma prática histórica curiosa com ares de modernidade Encomendas postais e a entrega de carga humana No início do século XX, a introdução do serviço&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Envio de bebês pelo correio: uma prática histórica curiosa com ares de modernidade</h2>

<h2 class="wp-block-heading">Encomendas postais e a entrega de carga humana</h2>

<p>No início do século XX, a introdução do serviço de encomendas postais trouxe consigo uma prática inusitada: o envio de crianças pelo correio. De acordo com o Museu Postal Nacional Smithsonian, pelo menos dois bebês foram literalmente despachados para seus destinos com selos colados em suas roupas.</p>

<h2 class="wp-block-heading">Uma consulta do New York Times e a resposta do diretor-geral dos correios</h2>

<p>Um artigo do New York Times de 1913 relatou uma carta enviada aos correios questionando sobre a possibilidade de enviar uma criança pelo correio. A carta levantava a questão de como &#8220;embrulhar&#8221; o bebê para estar de acordo com os regulamentos. O diretor-geral dos correios respondeu rapidamente, publicando um regulamento proibindo o envio de crianças pelo correio.</p>

<h2 class="wp-block-heading">A matéria de capa da The Atlantic e seus ecos históricos</h2>

<p>Avançando para os dias atuais, encontramos semelhanças impressionantes entre essa curiosidade histórica e a matéria de capa da edição de julho/agosto da The Atlantic. O artigo, intitulado &#8220;Por que as mulheres ainda não podem ter tudo&#8221;, gerou ampla discussão e debate.</p>

<h2 class="wp-block-heading">O poder da imprensa e das redes sociais</h2>

<p>A Associated Press informou que o artigo atraiu um número sem precedentes de visitantes ao site da The Atlantic, superando qualquer outra matéria anterior da revista. O uso que a revista fez das redes sociais, particularmente o Twitter, teve um papel na ampliação do alcance do artigo.</p>

<h2 class="wp-block-heading">O momento &#8220;em flagrante&#8221; da The Atlantic</h2>

<p>À medida que o artigo ganhava força, os leitores apontaram sua estranha semelhança com a foto do início do século XX de um bebê sendo enviado pelo correio. A revista reconheceu a semelhança, sendo efetivamente &#8220;pega em flagrante&#8221; pelo público atento.</p>

<h2 class="wp-block-heading">Artefatos históricos e o alcance da internet</h2>

<p>A foto em questão foi originada da página do Museu Postal no Flickr e apresentada no site Retronaut. A justaposição desse artefato histórico com a matéria de capa moderna da The Atlantic destaca o poder duradouro das imagens e a interconexão entre o passado e o presente na era digital.</p>

<h2 class="wp-block-heading">A evolução das regulamentações postais e das normas sociais</h2>

<p>A proibição do envio de crianças pelo correio reflete a evolução das normas sociais e das preocupações com a segurança em torno do serviço postal. Embora possa parecer bizarro para nós hoje, a prática de enviar crianças pelo correio já foi considerada aceitável, ainda que com certas precauções.</p>

<h2 class="wp-block-heading">A tese provocativa da The Atlantic e seu impacto</h2>

<p>A matéria de capa da The Atlantic explora os desafios persistentes enfrentados pelas mulheres para equilibrar suas vidas pessoal e profissional. A tese provocativa do artigo repercutiu em muitos leitores, gerando tanto concordância quanto discordância.</p>

<h2 class="wp-block-heading">O papel da mídia na formação do discurso público</h2>

<p>A atenção generalizada dada ao artigo da The Atlantic ressalta o papel significativo que a mídia desempenha na formação do discurso público e na influência das conversas sociais.</p>

<h2 class="wp-block-heading">O legado duradouro da história postal</h2>

<p>A história dos bebês enviados pelo correio serve como um vislumbre fascinante do passado, destacando a intersecção entre avanços tecnológicos, normas sociais e engenhosidade humana. Também nos lembra do poder duradouro da história postal e das maneiras como ela continua a influenciar nossas experiências atuais.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Selos: Uma revolução na comunicação</title>
		<link>https://www.lifescienceart.com/pt/life/hobbies-and-collecting/stamps-a-revolution-in-communication/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Zuzana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2020 00:34:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hobbies e Colecionismo]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Filatelia]]></category>
		<category><![CDATA[História Postal]]></category>
		<category><![CDATA[Stamps]]></category>
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					<description><![CDATA[Selos: Uma revolução na comunicação História dos selos Os selos, etiquetas adesivas usadas para pagamento antecipado de postagem, tiveram um papel transformador na comunicação. Os primeiros selos federais foram emitidos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Selos: Uma revolução na comunicação</h2>

<h2 class="wp-block-heading">História dos selos</h2>

<p>Os selos, etiquetas adesivas usadas para pagamento antecipado de postagem, tiveram um papel transformador na comunicação. Os primeiros selos federais foram emitidos nos Estados Unidos em 1847, mas inicialmente encontraram resistência.</p>

<h2 class="wp-block-heading">As origens dos selos</h2>

<p>O conceito de selos se originou com Rowland Hill, um reformador britânico que observou que a postagem era muito cara e paga pelo destinatário. Sua solução foram selos pré-pagos, que transfeririam a responsabilidade para o remetente.</p>

<h2 class="wp-block-heading">A introdução de selos nos EUA</h2>

<p>Inspirados pelas ideias de Hill, os Estados Unidos introduziram selos em 1847. Os primeiros selos apresentavam Ben Franklin e George Washington, e rapidamente ficaram conhecidos como Scott 1 e Scott 2 no sistema de identificação de selos Scott.</p>

<h2 class="wp-block-heading">O impacto dos selos</h2>

<p>Os selos revolucionaram a comunicação ao torná-la mais fácil, conveniente e acessível. Eles também incentivaram o uso de caixas de correio, o que reduziu a necessidade de longas esperas nas agências dos correios. Isso, por sua vez, tornou mais fácil para as mulheres acessarem o sistema postal.</p>

<h2 class="wp-block-heading">Colecionismo de selos</h2>

<p>À medida que os selos se tornaram mais populares, o colecionismo de selos também se tornou. O termo &#8220;filatelia&#8221; foi cunhado para descrever este hobby, que envolve colecionar e estudar selos. Os filatelistas são fascinados pela história, pelos designs e pelo valor dos selos.</p>

<h2 class="wp-block-heading">O papel dos selos na sociedade</h2>

<p>Os selos desempenharam um papel significativo na sociedade. Eles têm sido usados para anunciar a independência, honrar causas nobres e comemorar eventos históricos. Para alguns países pequenos, a venda de selos continua sendo uma importante fonte de receita.</p>

<h2 class="wp-block-heading">Desafios para a filatelia</h2>

<p>Nos últimos anos, o advento da comunicação digital representou um desafio para a filatelia. No entanto, selos comemorativos e nichos especializados de colecionismo de selos continuam a atrair entusiastas.</p>

<h2 class="wp-block-heading">Exemplos específicos</h2>

<ul class="wp-block-list">
<li>Os selos comemorativos de Franklin e Washington emitidos recentemente venderam mais de 12 milhões de cópias em apenas 11 dias.</li>
<li>Os primeiros selos federais nos Estados Unidos foram recebidos com uma resposta morna, e levou uma década para que seu uso se tornasse obrigatório.</li>
<li>O lunático dos selos, como eram chamados antigamente, evoluiu para o filatelista, um amante dos selos.</li>
<li>A introdução da entrega em domicílio durante a Guerra Civil foi ligada a um compassivo chefe dos correios em Cleveland.</li>
<li>O correio não solicitado floresceu com o uso generalizado de selos e taxas postais baixas.</li>
</ul>

<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>

<p>Os selos desempenharam um papel vital na comunicação por mais de 150 anos. De suas origens humildes como uma forma de pré-pagamento de postagem, os selos evoluíram para um hobby fascinante e um valioso registro histórico.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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